Os Nossos Cães
Cada cão Guardas do Berço foi escolhido pessoalmente, com anos de espera e de critério. Todos vivem connosco, dentro de casa. Todos testados. Todos amados.
Sem exceções. Estes são os exames que cada cão faz antes de entrar no programa de criação:
Queres saber mais sobre a saúde de um cão específico? Pede-me — explico com todo o gosto. Transparência não é um slogan, é prática. A nossa página de saúde e garantias →
Não vais encontrar aqui um catálogo. Apresentamos-te as que definem o que somos — uma a uma, com a sua história verdadeira.

A Lexi não estava prevista. Nenhum plano, nenhuma lista, nenhuma decisão racional. Vi-a uma vez — aqueles olhos azuis a olharem para mim — e senti algo que não sei explicar: esta é minha.
Tentei trazê-la. Não consegui à primeira. E quando finalmente estava pronta — tinha sido vendida uma hora antes. Uma hora. Chorei como se tivesse perdido algo que nunca cheguei a ter.
Meses depois, o telefone tocou. A Lexi não se tinha adaptado à família onde estava. E a pergunta era simples: queres ficar com ela? Três dias depois entrou-me pela porta como se sempre tivesse vivido aqui.
Hoje é a minha sombra. Está sempre atenta a nós, desfaz-se de ternura com as crianças e tem uma sensibilidade que não se treina — nasce-se com ela. É a prova viva daquilo em que acredito: quando algo tem de acontecer, acontece.
A Lexi não foi escolhida. Foi devolvida ao sítio onde sempre pertenceu.

A Ari existiu primeiro na minha cabeça. Durante muito tempo sonhei-a ao pormenor: a doçura exata, o temperamento, a forma de estar com as crianças, a presença. Não procurava uma cadela — procurava aquela cadela. E recusei-me a aceitar menos.
Quando finalmente a encontrei, percebi que esperar tinha valido cada dia.
A Ari é doçura em estado puro. Dócil como poucas, brincalhona como uma eterna cachorra, e de uma ternura com as crianças que desarma qualquer pessoa. É daquelas cadelas que não passam despercebidas: por onde passa, as cabeças viram-se e as perguntas começam — «que cadela é esta?»
Mas o que ela tem de mais bonito não se vê na rua. Vê-se cá em casa, na paciência infinita com os miúdos, na alegria com que vive cada dia.
A Lexi ensinou-me que o destino existe. A Ari provou-me que sonhar com exigência também funciona.
Os nossos machos vão sendo apresentados um a um — cada um com a sua história. Começamos pelo Bentley.

O Bentley não apareceu. Foi procurado. Durante muito tempo percorri o mundo à procura de algo muito específico: linhagens de agility, inteligência viva, e aquela capacidade rara de se adaptar a tudo — cidade ou campo, calma ou aventura.
Quando o encontrei, percebi à primeira: era ele.
O Bentley aprende a uma velocidade que ainda hoje me surpreende — mostra-se uma vez, ele faz. Ama água como poucos cães que conheci. E tem um dom que não se ensina: por onde passa, toda a gente quer tocar-lhe. É o queridinho de todos — e ele sabe, e retribui.
Entre os nossos machos, o Bentley é o que ninguém esquece depois de conhecer.
A inteligência, ele transmite. A doçura, também. O charme... esse é só dele.
É isto que os nossos cachorros aprendem com as mães antes de irem para as suas famílias.




Os nossos cães são campeões e multicampeões em países de todo o mundo. Participamos em exposições caninas em Portugal e na Europa por uma razão simples: é onde o nosso trabalho é validado por juízes internacionais — estrutura, temperamento, beleza, tudo avaliado por quem mais percebe.
E as exposições têm outro papel que adoro: permitem às pessoas conhecer e ver a raça ao vivo. Se quiseres ver os nossos cães em ação, diz-me — digo-te onde vamos estar.
Mas mais importante do que qualquer título: vivem. Praia, montanha, viagens, passeios com crianças. É essa vida real que faz deles os pais extraordinários que são.
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